Rio de Janeiro de Mochila

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O Rio de Janeiro está entre os destinos mais caros do nosso país para pessoas que buscam turismo. Por outro lado, para a galera que não larga mão da mochila, sempre há uma saída de encontrar uma ou outra programação totalmente free ou bem barata. Isso inclui, muitas vezes, percorrer caminhos mais longos do que aqueles feitos tradicionalmente pelas agências de turismo. Em contrapartida, já imaginou a aventura a mais que você vai colocar em sua viagem?

Primeiramente, selecionamos 3 atrações tipicamente cariocas e que são indispensáveis para qualquer mochileiro que esteja passando uns dias na Cidade Maravilhosa. Confira.

1 – Morro de Santa Teresa

Sabe aquela sensação que todos nós temos quando chegamos em uma cidade de interior, onde todo mundo se conhece e se cumprimenta pelas ruas? É basicamente a mesma satisfação que você encontrará no Morro Santa Teresa. Desde quando foi pacificada, essa comunidade carioca, assim como as outras da região, vem atraindo turistas do mundo inteiro. E não é por falta de razão. Dá para passar o dia inteiro por aqui, com atrações para todos esses momentos.

A vista do Morro Santa Teresa está entre as mais belas do Rio de Janeiro. Há diversos pontos do bairro onde você pode parar por alguns minutos – e porque não por algumas horas? – e desfrutar o que há de mais belo no cenário da região. Destacamos, contudo, dois desses pontos: o primeiro é a Rua Almirante Alexandrino, onde dá para avistar um antigo casarão do século XX e que pertenceu à Duque de Caxias. Você também observará todo o Morro dos Prazeres, com uma área verde muito agradável. Aproveite e conheça o Mirante do Corpo de Bombeiros e Mirante Dona Marta, com uma visão privilegiada do Corcovado e da Praia de Botafogo.

A bela arquitetura do bairro de Santa Teresa, no RJ. Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

A bela arquitetura do bairro de Santa Teresa, no RJ.
Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

O segundo ponto fica na Rua Aprazível, onde está o Mirante do Rato Molhado. Apesar de estranho o nome, o lugar é bem bacana para visitação. Infelizmente não está tão bem cuidado como o primeiro mirante, mas vale a pena a sua visita. Aqui você enxerga do alto a Ponte Rio-Niterói, grande parte do próprio Morro Santa Teresa, o Aeroporto Santos Dumont e também a magnífica arquitetura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Bela vista da Cidade Maravilhosa. Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

Bela vista da Cidade Maravilhosa.
Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

Para diversão tem os famosos largos, praças recheadas de bares e restaurantes que oferecem um serviço culinário e também petiscos para quem está por aqui. Os três mais conhecidos são: Largo dos Guimarães – o mais famoso -, Largo do Curvelo e Largo das Neves. Dá para percorrer todos a pé, mas é uma boa caminhada de aproximadamente 6 quilômetros. Por outro lado, se você for parando, experimentando um pouco de cada atração, vale a pena o esforço.

Santa Teresa também tem a famosa escadaria Selarón, com 215 degraus cobertos de azulejos de cerâmica coloridos, obra do artista plástico chileno que deu nome ao local.

O cartão-postal de Santa Teresa: escadaria Selarón, com 215 degraus cobertos de azulejos, no RJ. <br /> Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

O cartão-postal de Santa Teresa: escadaria Selarón, com 215 degraus cobertos de azulejos, no RJ.
Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

Para os que realmente não desejam enfrentar as ruas e ladeiras, há muita facilidade de encontrar taxi, ônibus e tem a opção do bondinho.

2 – Corcovado

Já que está pela região, que tal dar uma passadinha em um dos cartões-postais do Rio de Janeiro? O Corcovado fica a uma caminhada de aproximadamente 3 quilômetros do Mirante Dona Marta, aquele primeiro que citamos no tópico anterior. Novamente, indicamos o passeio a pé, mas caso não tenha disposição para tal, há facilidade de encontrar transporte.

Essa região também é conhecida como Estação Paineira e de onde você tem acesso ao famoso Cristo Redentor. Apesar de ser cobrado um valor pelo ingresso, ir ao Rio de Janeiro e não subir o Morro do Cristo para ver o monumento é praticamente impossível. Além de tudo, aqui do alto você também desfrutará de uma vista impecável. Se você tem um orçamento destinado ao passeio e deseja fazê-lo, aproveite! Do contrário, pode seguir até o heliponto do Dona Marta e aproveitar mais uma vista incrível.

Cristo Redentor no Corcovado, ponto obrigatório para todos os turistas do Rio de Janeiro. <br /> Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

Cristo Redentor no Corcovado, ponto obrigatório para todos os turistas do Rio de Janeiro.
Fotos de Ricardo Junior / www.ricardojuniorfotografias.com.br

O valor para o ponto turístico, é de 62 reais para períodos de alta temporada, finais de semana e também aos feriados nacionais e locais; 51 reais para períodos de baixa temporada e 27 reais para todas as crianças entre 6 e 11 anos, além de brasileiros e estrangeiros residentes no país com idade superior a 60 anos. Esse valor é cobrado na bilheteria no parque e inclui o trajeto de ida e volta ao Corcovado e a entrada no local. Para mais informações sobre acesso, funcionamento e outras regras, você pode visitar o site do Parque da Tijuca.

3 – Parque Nacional da Tijuca

Antes de ir ou ao voltar do Corcovado, você pode conhecer o Parque Nacional da Tijuca. Indicamos ainda, fazer esse passeio em outro dia, onde você poderá dedica-lo totalmente à aventura. No Parque da Tijuca, há aventura para todo tipo de mochileiro. Ele é dividido em 4 setores diferentes e esses podem ser percorridos inteiramente ou separados. São eles:

  • Floresta da Tijuca
  • Serra da Carioca
  • Pedra Bonita – Pedra da Gávea
  • Covanca – Petros Forros

Ao todo são 40 quilômetros de extensão que podem ser percorridos a pé, moto, carro ou de bicicleta. Alguns pontos são inacessíveis para turistas, mas nem por isso você deve tirar o parque do seu roteiro. Entre as atrações do Parque Nacional da Tijuca, destacamos:

Os picos – entre os picos do parque, destacam-se quatro: a conhecida Pedra da Gávea, com 842 metros de altura; o Pico da Tijuca, com 1021 metros de altura; o Pico do Papagaio, com 990 metros de altura e a Pedra do Conde, com 819 metros de altura. Em todos esses, dá para fazer trilha e pequenas escaladas. Um passeio para os mais aventureiros.

Pedra Bonita – é também um dos picos do Parque da Tijuca, sendo o menor de todos, com apenas 500 metros de altura. É muito indicado para quem não tem experiência com trilhas maiores, mas deseja observar a paisagem da região do alto. É daqui que saem os passeios de asa-delta e também de parapente.

Cascatinha Taunay – um passeio muito indicado para a família inteira. Uma cascata pequena, onde no espaço também dá para fazer piquenique, passeios para conhecer a natureza local e pequenas trilhas.

Você tem muito mais para conhecer no Parque Nacional da Tijuca. Vale a pena.

Esta pode parecer uma programação pequena, por serem apenas três pontos, mas você perceberá o quanto tem para ver em cada uma delas! O mais indicado é tirar um dia inteiro e aproveitar ainda mais. Além disso, nos outros dias, você não vai ficar de bobeira. Tem várias praias para curtir o sol e relaxar.

Hospedagem

Para hospedagem, há vários hostels bacaninhas pela cidade. Copacabana, Flamengo, Ipanema, Botafogo e Leme concentram a maioria das opções. Para quem quer economizar mesmo, atenção quando reservar! Vale a pena olhar alternativas na Lapa e no Centro, pois um hostel na zona sul da cidade maravilhosa para duas pessoas pode sair o mesmo preço que um hotel mais simples, ou pousada mais retirada da praia. Pesquise e compare. Outra opção que vem ganhando espaço é o alojamento nas favelas pacificadas. Cantagalo, Vidigal e Laranjeiras/Santa Teresa tem boas opções que contam ainda com uma vista incrível da cidade.

Deslocamentos

Os deslocamentos entre os pontos turísticos podem ser feitos de ônibus ou metrô, linhas que servem a várias regiões. Para ir aos pontos mais retirados procure um grupo para aumentar sua segurança e não leve muitos objetos, apenas os fundamentais e suficientes para o dia de passeio.

Alimentação

Para alimentação, fuja da orla se quiser economizar! Os quiosques, bares e restaurantes a beira-mar praticam preços salgados, bem turísticos. Para almoço há ótimas opções no Centro e bairros mais retirados. No jantar, a opção fica com a Lapa e as áreas mais distantes das praias. Não se esqueça dos shoppings, que também são boas opções para lanches.

Programando direitinho e procurando opções você consegue curtir o Rio de Janeiro de mochila com tranquilidade e muita diversão!

Por Guia Viagens Brasil Texto: Fotos:  18 de julho de 2015

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