Petrolina

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Petrolina caracteriza-se como a cidade do vinho em pleno nordeste. Curioso? Só um pouquinho... A cidade tem condições ideais para produção da bebida devido à sua privilegiada localização, colada e banhada pelo Rio São Francisco. Por isso, por mais que esteja no agreste, o solo, diferentemente das outras localidades do estado pernambucano não é infértil, pelo contrário! Hoje em dia, a produção do vinho é a principal fonte de renda e sobrevivência dos nativos devido ao aumento da produção e exportação nos últimos anos, o que tem melhorado a cidade pouco a pouco. Os turistas não poderiam ter um passeio mais agradável para realizar. As visitas às vinícolas nas fazendas, percorrendo parreirais, conhecendo o processo da colheita até a fabricação é um passeio e tanto. Ao final, a degustação é o ápice do passeio, momento tão aguardado pelos apreciadores da bebida que se metem a sommeliers e dão o seu parecer sobre o aroma e sabor.

Mas, nem tudo se resume a vinho... As receitas típicas nordestinas não faltam como a carne de bode na típica buchada, o carneiro, peixes e a carne de sol que acompanhada de um bom vinho fica perfeito. Na cidade existe um complexo de restaurantes especializados na iguaria que costuma atrair boa cota de visitantes, amantes da gastronomia regional.

Espalhados pela cidade, o artesanato impressiona pela criatividade e grandeza. Trata-se do trabalho de Ana das Carrancas que faleceu em 2008. Suas obras constituem-se de barros que trazem formas de rostos de pessoas assustadas ou mal humoradas, chamadas “carrancas”. Além das figuras encontradas na cidade em frente das embarcações, pode-se encontrar mais peças inclusive para comercialização na antiga casa da artista que fica sob os cuidados das filhas. Na Oficina de Mestre Quincas estão outras carrancas produzidas por outros artesãos à base de madeira. São santos, animais e figuras renomadas do sertão que são homenageados.

No quesito arquitetônico, histórico e cultural vale a pena conhecer o Museu do Sertão, com um acervo que reúne armas usadas por cangaceiros, objetos, fotos e documentos. Para completar o passeio, vale a pena conhecer a Catedral do Sagrado Coração de Jesus, com estilo gótico e vitrais franceses e a Pretolina Antiga onde estão os casarões do século xx.

Em dias de calor, os nativos e também turistas arranjam uma maneira de se refrescar mesmo sem praia. É assim que o Velho Chico se transforma em uma imensa piscina, perfeito para banhos. Outros não se arriscam e ficam só observando nos bares e restaurantes da orla em meio aos petiscos e cerveja gelada servidos no capricho. Outra maneira encontrada é embarcar até a Ilha do Rodeadouro em qualquer hora do dia, uma vez que os barcos que fazem o translado funcionam 24 horas por dia. Lá, os turistas podem praticar esportes e aproveitar outros tipos de quitutes nos bares do entorno.

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