Cordisburgo

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“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” O dono desta frase imortalizada no livro ‘Grande Sertão: Veredas’ é o filho mais ilustre da pequena Cordisburgo, cidade no interior de Minas Gerais.

Trata-se do romancista e contista Guimarães Rosa, que entre outras obras publicou Sagarana, Com o Vaqueiro Mariano e Primeiras Estórias. Todas são ambientadas no sertão brasileiro, provavelmente referindo-se com saudosismo dos momentos vividos em Cordisburgo. Atualmente, sua casa é o Museu Casa Guimarães Rosa, com cômodos bem preservados e muitos objetos e informações disponíveis. Para quem gosta de literatura, é um passeio memorável.

Cordisburgo também faz parte da Rota das Grutas de Minas Gerais. A Gruta de Maquiné leva o nome de seu descobridor, Joaquim Maria Maquiné, que em 1824 era o proprietário das terras. Ela foi explorada cientificamente em 1835 por Peter Lund, dinamarquês pai da paleontologia no Brasil, e em sua homenagem a Rota também é chamada de Rota Lund, envolvendo ainda a Gruta do Rei do Mato, em Sete Lagoas e a da Lapinha, em Lagoa Santa.

A Gruta de Maquiné tem sete galerias, totalizando 650 m de extensão visitáveis e desnível de 18 m. O Salão do Trono é o mais imponente, com duas grandes formações do tipo ‘cortina’, que impressionam pelo tamanho. Mais adiante, as represas de travertino, formação no chão que acumula água, dão o nome ao Salão das Piscinas. Na outra galeria, as colunas calcárias mais parecem cachoeiras petrificadas e ao final do passeio há um imenso espaço com o seu piso parecendo um solo lunar.

A visitação é guiada e internamente há passarelas e escadas, além de iluminação artificial para facilitar a contemplação das belezas da gruta.

A Gruta de Maquiné é administrada pela Fundação Maquinetur e conta no local com boa infraestrutura turística, dispondo de dois restaurantes, sanitários e lojas de produtos artesanais. O caminho até a gruta é bem sinalizado e de fácil acesso, com estacionamento para os visitantes. Chega-se a Cordisburgo pela MG 040, seguindo a sinalização até a via Alberto Ramos - MG 231 a percorrendo 7 km até a gruta.

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