Rio Grande

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Rio Grande está localizada a 323 km ao sul de Porto Alegre e é famosa pelo seu porto marítimo, que movimenta a economia da região sul do Brasil, e também por suas praias, incluindo a maior em extensão do mundo. Com aptidão turística e comercial voltada para o mar, Rio Grande, a cidade mais antiga do Rio Grande do Sul, possui muitos pontos de interesse para visitação.

A grande atração da cidade, literalmente, pois está no Guinness World Records, é a maior praia do mundo em extensão, a Praia do Cassino, que possui 254 km de larga faixa de areia branca, fina e compacta, com águas geladas e boas ondas. Está localizada a 22 km do centro de Rio Grande e por sua extensão, é possível estacionar e passear de carro pela praia, bastante concorrida no verão. Possui ótima infraestrutura turística, com boa rede hoteleira, bares, restaurantes, supermercados, casas noturnas, pronto-socorro, entre outros.

Em Cassino ainda é possível observar a fauna regional, passear pelas dunas preservadas ou curtir o local junto ao monumento em homenagem à Iemanjá, rainha do mar, cuja festa em comemoração é realizada no dia 02 de fevereiro, reunindo muitos devotos. Uma atração diferente é andar de vagonetas nos molhes da barra, que são veículos levados pelo vento e que deslizam sobre trilhos percorrendo 4 km adentro do oceano. Dos molhes também saem passeios de barcos para conhecer os refúgios de lobos e leões marinhos no litoral de Rio Grande e o navio Altair, encalhado em 1976 durante uma tempestade. A região ainda é bastante procurada para pesca amadora.

Não apenas de mar vive Rio Grande, a Lagoa dos Patos também é atração. A maior lagoa costeira do sul do Brasil possui 10.360 km² e constitui-se em um importante reservatório de água no sul do País e uma das mais importantes áreas para reprodução de peixes da região. As águas da Lagoa são ora doces, ora salobras, por sua ligação com o mar, e suas margens formam belas praias, de águas rasas e calmas, cuja orla tem figueiras centenárias proporcionando ótima sombra aos veranistas.

Muitas ilhas estão na Laguna dos Patos, sendo belos pontos para visitação. A cidade vizinha de São José do Norte está na margem oposta da Laguna e há passeios de barcos para conhecer o belo centro histórico. A Ilha dos Marinheiros é outro lindo ponto de parada, com dunas, lagunas e trilhas. Foi colonizada por portugueses que mantém até hoje a tradição de fabricar a ‘jeropiga’, um tipo de vinho adocicado, ótimo para depois das refeições.

Um dos roteiros do passeio de barco faz parada na Ilha da Pólvora, com 42 hectares de marismas (áreas periodicamente alagadas pela maré), que são habitat natural de várias espécies de aves, roedores, peixes, moluscos e crustáceos. A Ilha abriga o Eco Museu, inaugurado em 1999, em uma casa em estilo neocolonial, construída na ilha em 1856, para abrigar o paiol do exército, que foi restaurada e hoje serve de ponto para educação ambiental.
Próximo ao Eco Museu está o Museu Oceanográfico Professor Eliézer de Carvalho Rios, fundado em 1953, que mantém uma exposição sobre os oceanos, apresentada em painéis, maquetes e diversos equipamentos. O Museu abriga ainda uma exposição de animais, que inclui esqueletos de baleias-jubarte, botos e orcas, e um aquário, com peixes e anfíbios. Em outra área, alguns tanques abrigam leões-marinhos e pinguins, e do lado de fora do museu há um esqueleto de uma baleia-azul de 25 metros de comprimento, destacando o espaço.

O Museu Oceanográfico deu origem a um complexo de museus e centros associados da Fundação Universidade do Rio Grande (FURG), que atualmente é constituído por: Museu Antártico, Museu Náutico, Eco Museu da Ilha da Pólvora, Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) e Centro de Educação e Formação Ambiental Marinha (CEFAM).
Outro museu com destaque é Museu Náutico, que foi inaugurado em 2003 e está localizado no armazém 4 do Porto Velho, junto ao Centro Histórico de Rio Grande. O acervo resgata, preserva e divulga a cultura e o conhecimento náutico local, com embarcações, equipamentos de navegação, pesca e sinalização. Anexo ao Museu Náutico, o Museu Antártico reproduz as primeiras instalações brasileiras da estação Comandante Ferraz, construída no continente gelado.
Para quem gosta de arte sacra, o Museu da Capela de São Francisco de Assis, anexa à Catedral de São Pedro é o local ideal. A Capela concluída em 1755 abriga o Museu de Arte Sacra, que possui em seu acervo vestuários religiosos, coroas, cálices, ostensórios e outras peças dos séculos XVIII e XIX.

Rio Grande também é ecologia. A Estação Ecológica do Taim, criada em 1979, conta com uma área de 34 mil hectares, que abriga mais de 200 espécies da fauna e da flora típicas da região, podendo se observar cisnes-de-pescoço-preto, jacarés-de-papo-amarelo, capivaras, tartarugas, garça vaqueira, preás, lagartos, peixes, entre outros.

Com tudo isso, vale a pena visitar Rio Grande.

Conheça também Porto Alegre.

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